Número total de visualizações de página

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Quinta da Fidalga - Seixal






Quinta da Fidalga está directamente relacionada com a mata da Machada, no momento histórico em que se insere. Este é o local histórico do concelho do Seixal, mais bem cuidado, embora esteja longe de estar bem cuidado. Recentemente uns iluminados decidiram erguer um caixote de cimento, no espaço. A meu ver, um crime contra o património.
















praia na Arrábida

a Aninha, sempre fotogénica e enigmática. Fui lá uma vez, de colchão e barbatanas.

o desvio pela serra leva-me ao Convento da Arrábida do qual existem muitas histórias não oficiais

Há muitos anos, num grupo de amigos, entrou-se a salto para dentro dos domínios do Mosteiro, ninguém nos incomodou, pois aparentemente, não havia ninguém.

as guaritas

contra-luz com vista até Trioa


e Tróia aqui tão perto

é para ali que vou a banhos



o horizonte, tranquilo, pleno de azul, a água cristalina.

por vezes só eu e elas na praia. apenas.

a praia de Galapinhos, de beleza ímpar, ao fundo, na pequena enseada, a praia dos Coelhos


RESUMO:
DESTINO - prainha de Galápos
PERCURSO - Azeitão, serra pelo topo, Figeirinha, Galápos
TOTAL PERCORRIDO - 50 Km aproximadamente
CONTRAS - muita luminosidade para fotografar, muita gente na praia
A FAVOR - água cristalina, serra e praia que não cansam

terça-feira, 10 de setembro de 2013

no rumo da Mata da Machada

aqui, neste local, o castelo do rei-do-lixo fiz a minha primeira paragem da minha volta ciclista.  sempre me intrigou esta obra. em Coina, muito mais.

na mata, existe este lago, com patos, mas hoje não estavam à vista.

a guerreira, depois de quase 13 Km feitos

o teste ao zoom da lente 300

o lago, e os efeitos photo-shop

no regresso, um dos dois moinhos de maré em ruínas. outrora havia movimento junto á margens do Tejo...

RESUMO:
destino - Mata da Machada ver mais aqui
percurso - Pinhal de Frades, Coina, Mata da Machada, vice-versa
total percorrido - 26 Km aproximadamente
tempo, com pausas - menos de 3 horas
contras - rotundas, calor, paisagem seca, aves ausentes, selim desconfortável
a favor - acesso relativamente fácil à mata, possibilidade de boas fotos, boas pausas, chance de observação das aves

a grande parceira

grande parte dos bons resultados das fotos, devem-se à liberdade de me deslocar em duas rodas sem motor. não há ignição, não há consumos que não sejam das minhas calorias. sentem-se os ruídos, os cheiros, e captam-se as imagens e os enquadramentos em tempo real. 

mais uma vez lamento o país que tenho, e louvo, por exemplo os holandeses, que dão a maior importância a este fiel veículo.

conto, como já fiz, correr as artérias de algumas cidades de bicla, e assim, e só assim, tirar o proveito justo.

começo

a paixão pela fotografia já vem de longe. o vizinho da frente, o senhor Prego, cujo estúdio, era a casa dele, tirava as fotografias tipo passe, vendia uns rolos e umas máquinas, expostas numa pequena vitrine no hall de entrada. creio que me vendeu a minha 1ª máquina apenas com o intuito comercial.

mais tarde, adquiro a um amigo, a Canon T50, com um conjunto  de filtros, e lentes e lentinhas, e dou comigo a fazer fotos em slides. as viagens eram muitas, os rolos não tinham fim. o resultado foram umas boas centenas de slides.

a Nikon, aparece depois de um longo período de luto. depois da falência da T50, depois do surgir das digitais. existe uma espécie de fenix, curiosamente como já havia surgido com as guitarras e as canções.

ontem, acabei de adquirir uma lente 300, tal é o bichinho que me tem acompanhado nesta cruzada de tirar fotografias. é que depois sai-se com rumo, ou pouco mais que um esboço, em busca de um bom motivo para captar. e isso é mágico. e há ainda tanto para aprender...
...
olhos que olham são comuns.
olhos que vêm são raros
...
se puderes olhar, vê
se puderes ver, repara